Sabia que o mundo financeiro está cheio de armadilhas? Saiba se proteger

Inauguramos hoje uma série de posts sobre armadilhas financeiras encontradas em diversos serviços bancários – com base em infográficos bem completos publicados pelo site especializado “InfoMoney”.
Dividido em três partes que você lerá hoje e nas próximas semanas, o especial inclui temas como cartões, Tesouro Direto, entre outros.
Hoje, falaremos sobre investimentos, poupança, fundos de investimento e home broker.
Boa leitura!
Investimentos
Apesar de os gerentes de banco normalmente indicarem as aplicações financeiras mais rentáveis dos últimos meses, saiba que esse é o modo incorreto de escolher. Tenha em mente que rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura. Nessa situação, há duas perguntas que devem ser feitas ao gerente: por que esse investimento teve um desempenho tão bom? As condições que favoreceram a aplicação ainda existem? Caso ele não saiba responder a essas perguntas, vale a pena procurar a ajuda especializada de uma corretora.
Poupança
Importante saber que, apesar do senso comum dizer que não, a poupança tem risco de crédito. Caso o banco quebre, o investidor terá o direito de receber de volta até R$ 250 mil, garantidos pelos FGC (Fundo Garantidor de Crédito). Também vale lembrar que os investimentos são pagos apenas uma vez por mês e a poupança rende menos que outros fundos. Só é recomendada como reserva de emergência ou se existe um valor muito baixo a ser aplicado.
Fundos de investimento
Os bancos costumam distribuir apenas seus próprios fundos, enquanto as corretoras contam com uma diversidade muito maior. Optando por elas, você terá a chance de encontrar taxas mais baixas e um histórico mais amplo de risco-retorno. Entretanto, quando receber ofertas de fundos de um gestor desconhecido, com promessas de lucros elevados, é importante certificar-se que o fundo tem cadastro na CVM (Comissão de Valores Mobiliários).
Home broker
Essa ferramenta de negociação online, que permite a compra e venda de ações na Bolsa de Valores, conecta os usuários ao pregão eletrônico no mercado de capitais. Serviço é dedicado a clientes que gostam de investir, mas costuma ser mais caro. Bancos e corretoras cobram suas próprias taxas, que podem variar de R$ 2 a R$ 60 em caso de transações e ordens de compra. Apesar da grande diferença, não leve apenas o custo em conta, mas sim a tecnologia que estará ao seu dispor, bem como os serviços, que podem ser bem sofisticados.
Fonte: InfoMoney

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