Veja 5 problemas comuns de comportamento canino e como corrigi-los

Veja 5 problemas comuns de comportamento canino e como corrigi-los

Como você já deve saber, na Seguros Unimed acreditamos que a construção de um mundo com amor e cuidado depende de nós e que essa é uma tarefa diária. Pensando nisso, no último dia 18/08 fomos patrocinadores de mais uma edição do Pet Stop em parceria com a ONG AMPARA Animal, um evento dedicado ao bem-estar e adoção de cães.

O Pet Stop 2019 reuniu dezenas de apaixonados por pets na Praça Vinícius de Moraes, no bairro Morumbi em São Paulo, com entrada gratuita. Além da feira de adoção, o público curtiu com seus cãezinhos as atividades na pista de agility, oficina de adestramento e consultoria de comportamento animal.

Experiências assim fazem bem para a saúde não só do pet como também para a de seu tutor. Isso porque quem tem um animal de estimação tende a diminuir o sedentarismo e melhorar o bom-humor.

Viu só como ter um amigo de quatro patas por perto traz benefícios para o corpo e a mente? Agora, descubra 5 problemas de comportamento que podem surgir em seu pet e como corrigi-los para deixar a convivência entre vocês ainda mais agradável. As dicas são do adestrador Luiz Henrique Venâncio, que esteve conosco no Pet Stop 2019.

1 Falta de controle ao passear

Na hora de passear, seu cachorro parece te conduzir? Esse comportamento de “puxar” o tutor é mais comum do que você imagina. O adestrador Luiz Henrique Venâncio explica que o problema acontece porque o cachorro aprende que ao sentir a guia esticar, basta forçar para chegar aonde deseja, e assim ele consegue atingir seu objetivo.

A correção, no entanto, é bastante simples: Luiz recomenda treinar o cão dentro de casa, oferecendo petiscos para que ele te acompanhe passo a passo e obedeça às coordenadas. Depois, ao sair para passear, ficará fácil de guiar o pet. 

2 Muitos latidos durante o passeio

Medo e ansiedade são sentimentos que levam à agitação e, consequentemente, aos latidos durante o passeio com seu cão. Para corrigir esse comportamento, o ideal é que você introduza o contato com outros animais e novos espaços gradativamente. Dessa forma, ele passará a associar o passeio à segurança.

Além disso, é importante preparar o cão, adestrando-o com petiscos, para que ele foque em você quando for dada uma ordem. Ele prestará atenção aos seus comandos e ficará menos ansioso ao passear.

3 Excesso de latidos em casa

Seu cãozinho late muito? Esse não é um comportamento a ser combatido, mas moderado se for excessivo. Luiz explica que para educar o bichinho, antes de qualquer coisa, você deve entender a origem do problema e tratá-lo de acordo com o caso. Por exemplo: se o latido for causado por medo, é necessário demonstrar que não há ameaça.

Caso ele esteja latindo por ansiedade, você precisará rever o que gera esse sentimento. Mas se os latidos forem uma forma de chamar a sua atenção, evite recompensas que possam parecer aprová-los. Os petiscos devem ser oferecidos apenas quando você quiser reforçar comportamentos positivos, como a obediência de comandos e momentos de silêncio. 

4 Desobediência de cães filhotes

Quando o assunto é educação de filhotes, muita gente acha difícil fazer com que os pequenos obedeçam às ordens. O processo de aprendizagem, porém, pode ser bem fácil.

De acordo com Luiz, os cães têm fases da vida em que é melhor treinar determinados comportamentos. O período de 3 a 4 meses de idade, por exemplo, precisa ser vivido em proximidade com outros animais e lugares, para que ele aprenda a ser tocado e lidar com diferentes situações. Mesmo que, por recomendação veterinária, o cãozinho ainda não possa ter contato com a rua, é interessante levá-lo para passear no colo. Assim, ele se acostumará com ambientes externos e será muito mais sociável no futuro. 

5 Hiperatividade do cãozinho

A hiperatividade do seu cão possivelmente tem relação com a rotina dele. O que influencia esse comportamento, em geral, são fatores do dia a dia — longos períodos sozinho dentro de casa, falta de brinquedos e poucas opções de atividades para gastar energia, por exemplo.

Aumento da frequência de passeios, oferecimento de ossinhos e bolinhas, além de momentos de atenção ao pet, são algumas atitudes que podem resolver o problema.

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