Vamos falar sobre drogas e seus perigos?

O vício em drogas ilícitas é tão grande que pode ser considerado um problema de saúde e segurança pública. Infelizmente, os jovens estão cada vez mais vulneráveis a esta situação.

O grande desafio é identificar quais são os motivos que levam uma pessoa ao vício e à dependência de drogas, que certamente irão gerar distúrbios de ordem emocional e familiar, além das já vividas inseguranças típicas da adolescência.

Hoje, 6 milhões de pessoas são dependentes de drogas ilícitas em todo o mundo e o início se dá, normalmente, com o uso da maconha na adolescência.

Acredita-se que boa parte destes adolescentes tem idade inferior a 12 anos, e maior chance de dependência se comparado aos adultos, o que torna muito grave o uso precoce da droga.

O uso crônico de maconha por adolescentes leva a alterações cognitivas, como perda de memória e incapacidade de concentração, afetando o desempenho escolar e aumento do risco de patologias mentais, como a esquizofrenia.

E como o uso leva ao vício?
Normalmente o vício é gradativo, iniciando-se pela maconha e passando por drogas mais agressivas como cocaína, crack, metanfetamina ou opióides.

No Brasil, infelizmente, o tráfico de drogas como cocaína e crack, drogas com alto poder de adição e de complicações clínicas, é muito elevado, o que torna o problema ainda mais sério.

Os perigos da cocaína e do crack
A cocaína leva a graves complicações cardiovasculares, como infarto agudo do miocárdio, ruptura de artéria aorta, graves arritmias e tem grande potencial de causar morte súbita.

O crack (cocaína + mistura de produtos químicos) tem alto poder viciante e seu efeito leva a uma euforia extrema em questão de segundos, o que faz com que o usuário não consiga abrir mão desta sensação e leva ao vício rapidamente. Seu efeito é devastador na vida de quem o consome. O preço baixo da droga colabora para piorar ainda mais a situação, pois permite que ela se dissemine exponencialmente.

E o que pode ser feito para que o vício seja combatido?
Para isso, vários passos são necessários e não podem se limitar ao controle do tráfico. É preciso que seja realizada uma conscientização da população e também que seja oferecido tratamento para os indivíduos já viciados, que devem receber cuidados de forma continuada.

Juntos, família e Estado podem vencer essa guerra.

Fonte: Seguros Unimed

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