Emoções e finanças: como ser racional quando o assunto é dinheiro?

Já parou para pensar que algumas atitudes podem estar fazendo o seu dinheiro voar para bem longe? Pois é. Responda rápido: quantas vezes você achou que merecia uma “recompensa” por trabalhar demais ou porque teve uma semana tensa e correu para o shopping?

Saiba que esse comportamento é bem comum. E perigoso. Se repetido constantemente, pode significar uma compulsão. Se a frustração, a tristeza ou o estresse levam você direto para dentro de sua loja favorita, cuidado: você pode acabar gastando mais do que deve motivado por problemas emocionais que podem e devem ser tratados. Mantenha o bolso fora disso!

Outra armadilha pouco racional muito comum é compensar os filhos com presentes fora de hora. É uma estratégia ruim se você quiser ensiná-los a cuidar do próprio dinheiro, pois passa a noção de que tudo pode ser comprado, a qualquer momento. E de novo propõe que as emoções ruins sejam “dribladas” com gastança.

Vale a pena também deixar a pressa de lado na hora de fazer suas compras. Organize-se para conseguir pesquisar, experimentar, pechinchar e ter a certeza de que fez o melhor negócio. Comprar logo é sinônimo de preços mais altos e de compras que não são satisfatórias.

Não compre só porque estava em oferta. É normal entrar em lojas em liquidação e pensar que aquela é uma boa oportunidade de economizar. Mas reflita: será que você precisa mesmo de uma nova calça jeans ou de um vestido que está em promoção? Às vezes, não vale a pena ter desconto para comprar o que é desnecessário.

Por fim, não se deixe iludir pelo cheque especial ou pelo pagamento mínimo do cartão de crédito. A sensação de não estar gastando é errônea, porque, mais tarde, os juros serão cobrados e a dívida pode até se tornar impagável. O melhor é fazer um esforço para quitar sempre as contas do mês e ficar tranquilo de verdade.

 

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Fonte: Infomoney

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