Azul para meninos, rosa para meninas? A ciência questiona essa segregação

Quem já se viu em uma situação em que precisava comprar um presente para crianças do gênero masculino ou feminino, dificilmente se perguntou, mas o fato de a cor rosa ser naturalmente associada às meninas e o azul, aos meninos, já faz parte de uma discussão multibilionária.

A questão já é tema de campanhas e até um debate parlamentar no Reino Unido, entre os políticos Jenny Willott, Elizabeth Truss e Chi Onwurah, que falaram sobre a “pinkificação” dos brinquedos para meninas ser papel coadjuvante na desigualdade de gêneros das carreiras profissionais. O mesmo se aplica ao preconceito com a mulher, em papéis tradicionalmente masculinos e do homem, na participação da vida doméstica.

De fato, não há uma pesquisa concreta que responda essa dúvida e estudos feitos comprovam que não é possível associar o que se vê em uma prateleira de loja, com as preferências de cada gênero.

O que precisamos (e devemos) entender é: não há absolutamente nada de errado em os meninos escolherem a cor rosa e meninas escolherem a cor azul. Afinal, depois que crescemos, somos responsáveis por nossas próprias escolhas.

E você, o que acha?

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