5 fatos curiosos que marcaram o Mundial de 1970 - Blog da Seguros Unimed - Blog da Seguros Unimed

5 fatos curiosos que marcaram o Mundial de 1970

>> O Mundial de 1970 foi o primeiro a ser transmitido ao vivo e em cores para todo o mundo. Mas, no Brasil, foram poucos os lares que puderam ver a camisa amarela brasileira. Eram pouquíssimas as TVs que tinham recepção colorida de imagem.

>> O alto nível técnico do Mundial foi marcante. A revista World Soccer fez, em 2007, uma pesquisa global para relembrar os grandes momentos das Copas. A de 1970 ganhou em dois quesitos. O melhor jogo da história, na semifinal Alemanha 3×4 Itália. E a melhor equipe já vista numa Copa. Logicamente, a brasileira.

>> O Brasil levou uma constelação de craques ao México. Só para se ter uma ideia, o quinteto ofensivo era formado pelos principais jogadores dos principais times do país: Gérson (São Paulo), Pelé (Santos), Rivellino (Corinthians), Jairzinho (Botafogo) e Tostão (Cruzeiro). Todos eles jogavam, em seus times, com a camisa 10. Na seleção, como a 10 já tinha dono desde 1958, eles se dividiram com os outros números. Jair ficou com a 7. Gerson, com a 8. Tostão com a 9 e Rivellino com a 11.

>> Considerado o melhor jogador jovem daquele Mundial, Teófilo Cubillas foi apontado por Pelé como seu possível sucessor depois do torneio. Não chegou a tanto, mas desde então ele carrega o apelido de Pelé Peruano.

>> A dramaticidade tomou conta da semifinal Itália x Alemanha. O capitão alemão, Franz Beckenbauer, jogou desde os 25 minutos do segundo tempo com o braço imobilizado, após deslocar o ombro. Para piorar, foi só nos 30 minutos da prorrogação que ele atuou com o braço enfaixado. Antes, teve de segurar a dor até a bola parar. O fato, porém, serviu para imortalizar sua imagem como grande capitão da seleção alemã.

 

Fonte da foto: Veja

RELACIONADOS